A Filosofia é uma concepção do mundo e da vida, é amor pela sabedoria, é reflexão crítica e investigativa do conhecimento e do ser. António A B Pinela

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O mito

 

«Os povos mais antigos procuravam responder às suas inquietações e interrogações com histórias muito longínquas, sempre muito misteriosas, sobre a origem das coisas, o espaço envolvente, o destino do homem, as causas do bem e do mal e sobre as divindades.

Estas histórias, designadas por “mitos” eram transmitidas quase sempre por via oral pelos antepassados. A palavra “mito” (do gr. mythos – fábula, lenda) significa o relato dos tempos fabulosos e heróicos do passado.

Esta breve definição encerra, em si, uma característica comum a todos os mitos daquele tempo: o seu carácter fabuloso, algo inventado, sem existência real, mas crível para os povos que viviam e praticavam o mito.       (…)

O pensamento mítico é muito antigo e não pode, com rigor, ser datada a sua origem. Sabe-se, contudo, que começa a perder a sua influência por volta do século VI a.C. Mas o mito faz parte integrante da natureza humana, existindo em todas as culturas. Todos os povos conceberam os seus mitos da criação do universo e do próprio homem, e até mitos mais particulares, que se reportam a coisas ou a acontecimentos menores.

O mito é uma presença constante na mentalidade dos povos, porque o mito orienta e ilumina o seu mundo com espíritos ou deuses (nem sempre muito benignos) e com criações fabulosas, fruto da sua imaginação efabuladora. (…)

 

Sem que se tenha a certeza, o mito surgiu quando a religião, ainda insípida e fragmentada, procurou assenhorear-se de tudo o que a fantasia humana divinizou, e o homem nela encontrou o modo apropriado para explicar o Mundo. Para formar um mito, bastaria o aparecimento de um fenómeno natural, assombroso e insólito, mas estranho entre a vivência do grupo, e quanto menos fosse compreensível a sua estrutura, melhor para excitar a imaginação criativa dos homens, provocando, ao mesmo tempo, o medo, a insegurança, mas também, por contraditório que pareça, o seu conforto espiritual ou a sua curiosidade» (António A B Pinela, Horizontes da Filosofia; pp. 20-23). Mais

 
 
 

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Última actualização: 06/03/18