A Filosofia é uma concepção do mundo e da vida, é amor pela sabedoria, é reflexão crítica e investigativa do conhecimento e do ser. António A B Pinela

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Horizontes da Filosofia

© António A B Pinela

Formato do ficheiro: eBook

Edição: 2017

Editor: O autor

ISBN: 978-989-97030-2-5

Páginas: 261

Publicação online: www.eurosophia.com

PVP: 8,70 € 

                                                            

 

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Sobre o autor

 

Apontamento

 

O pensamento filosófico mergulha nas distâncias do Tempo. Já vai longe o nascimento dos primeiros filósofos que lhe deram origem: Tales de Mileto, Anaximandro e Anaxímenes, de entre outros filósofos gregos (Séculos VII-VI a.C.). Desde a sua origem, muito se tem dito sobre o que a Filosofia é ou não é, e qual o seu valor.

«Uns esperam dela extraordinárias revelações, outros rejeitam-na como pensamento sem objecto. Uns respeitam-na enquanto valioso esforço de pessoas invulgares, outros desprezam-na considerando-a supérflua lucubração de sonhadores. Uns opinam que é algo que a todos interessa e, portanto, deverá no fundo ser simples e compreensível, outros julgam-na tão difícil que não vale a pena abordá-la. De facto, o que corre sob o nome de Filosofia oferece-nos exemplos que permitem juízos (…) contraditórios» (Karl Jaspers, Iniciação à Filosofia, 4ª. Ed., Lisboa, Guimarães Editores, 1976, p. 9)

O vocábulo Philosophia deriva da língua grega e resulta da união de duas palavras: Philos (amigo, amor) mais Sophia (sabedoria) e significa amor pela sabedoria, procura, indagação do saber. Philosophos (filósofo) é aquele que ama a sabedoria, indivíduo cuja vida é consagrada à investigação da verdade, em contraposição com o possuidor de conhecimentos que se designava por sophos (sábio), como dizia Pitágoras.

Segundo a tradição, narrada por Cícero (106-43 a.C.), filósofo romano, foi Pitágoras (570-496 a.C.), matemático, religioso e filósofo grego, o criador do vocábulo. Considerava ele que nenhum homem se poderia considerar sophos ou possuidor do saber, mas tão só philosophos ou amigo do saber. Sócrates dizia também que lhe parecia excessivo designar por sábios aqueles que se dedicavam a este tipo de pesquisa, uma vez que tal atributo apenas se aplicava aos deuses; a designação de filósofo, ou de qualquer outro adjectivo análogo, seria mais apropriado para classificar tais personalidades (cf. Platão, Fedro, 278 d).

António A. B. Pinela, Horizontes da Filosofia, pp. 58-60.

 
 
 

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Última actualização: 19/01/18

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