A Filosofia é uma concepção do mundo e da vida, é amor pela sabedoria, é reflexão crítica e investigativa do conhecimento e do ser. António A. B. Pinela

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Felicidade e Natureza Humana Segundo David Hume

 

© António A. B. Pinela

Capa: Rei Naldo

Revisão: do autor

Formato: eBook

Edição: 2010

Editor: O autor

Publicação online

Publicado por: www.eurosophia.com

Páginas: 82

PVP: 4,00 €

Sobre o autor

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A “felicidade” é um sentimento humano que a todos implica. Quem não sente o desejo de viver uma vida tranquila, liberta de preocupações excessivas, plena de satisfação, alegre? O mais taciturno dos homens conduzirá, por certo, a sua vida no sentido da felicidade; a mais maquiavélica das mentes exercitará a sua acção espúria para atingir os objectos da sua paixão; o espírito benfazejo não terá outra coisa em mente senão a felicidade, contribuindo com a sua prática para que os outros a tenham. Numa palavra, todos queremos ser felizes. Esta é a razão do presente trabalho: reflectir sobre a felicidade e natureza humana, ainda que de modo circunscrito.

A felicidade humana é uma meta para que todos tendemos. Está intimamente relacionada com a nossa conduta, o nosso modo de ser e estar na vida.

São consideradas, para a contribuição da vivência feliz, as situações de trabalho, de repouso, de amor, bem como de saúde. Sendo assim, diremos que os objectos susceptíveis de proporcionar satisfação no ser humano devem procurar-se também fora do sujeito do desejo e da paixão e não, apenas, na esfera do ‘eu’. De qualquer forma, só é feliz, aquele que efectivamente concretize as suas tendências e vontades, sejam elas virtuosas ou viciosas.

Hume critica aqueles que pretenderam generalizar as suas próprias vivências, tornando-as princípios gerais que outros deveriam seguir, se desejassem obter a felicidade.

Quanto à influência da filosofia para que sejamos felizes, Hume considera que só indirectamente ela tem esse papel, não como guia, mas como um saber que pode, em algumas circunstâncias, sugerir maneiras de melhorar o aproveitamento dos objectos dos nossos desejos e afectos, sem procurar substituí-los nem limitá-los.

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