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A Filosofia é uma concepção do mundo e da vida, é amor pela sabedoria, é reflexão crítica e investigativa do conhecimento e do ser. António A. B. Pinela

 

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Organização e Desenvolvimento Curricular:

Planificação da Prática Lectiva


Autor: António A. B. Pinela

Edição: Edição do Autor

ISBN: 978-989-20-1865-2

Depósito legal: 304113/09

© António A. B. Pinela, 2010

Páginas: 344

Publicação e comercialização por: www.sitiodolivro.pt

Sobre o autor

 

DISPONÍVEL NA LIVRARIA DO SÍTIO DO LIVRO 

www.sitiodolivro.pt

 

INTRODUÇÃO

Intenção O que me motivou a escrever este trabalho foi, em primeiro lugar, o desejo de organizar as minhas próprias experiências enquanto professor e como Orientador de Estágio Pedagógico – Ramo Educacional –, primeiro a trabalhar com a Universidade Católica (Lisboa), depois com a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; em segundo lugar, por verificar que faz sentido incluir num só texto temas que encontramos dispersos por várias obras, mas que constituem um todo que se traduz na Organização e Desenvolvimento Curricular.

Não quero com isto dizer que aquela multiplicidade de obras não seja útil aos professores. É evidente que o é. Se não considerasse positivamente aquelas obras, que sentido faria indicar muitas delas na bibliografia?

O meu trabalho é, portanto, o reflexo da minha própria experiência, mas também do estudo que tenho desenvolvido, desde o início da minha actividade como professor.

O que me faz dizer que, afinal, pouco criei. Mas fiz e faço uma leitura da actividade docente, traduzi uma experiência, elaborei um texto na profunda convicção de que «Um texto é sempre gerado por outro texto, um sentido é sempre expressão de um sentido – o caos não ilumina, – uma acção prolonga sempre uma acção.»

blico-alvo – Esta obra destina-se, em primeiro lugar, aos Licenciados que ingressam nos estágios – Ramo Educacional –, com vista à sua profissionalização, quer em actividades na Universidade, primeira parte do estágio, quer nas escolas: estágio pedagógico; aos alunos das Licenciaturas em ensino, cursos de formação profissionalizante integrada; aos alunos das Escolas Superiores de Educação, professores para o Ensino Básico. Em segundo lugar, destina-se a todos os Professores que pretendam ter à mão um instrumento de trabalho que, eventualmente, lhes possa ser útil em situações específicas da sua prática lectiva.

Âmbito – Farei uma abordagem que envolve a actividade docente, nas suas múltiplas dimensões. Neste texto reflicto sobre «O Sistema Educativo» (Introdução − 2), «A Escola» (Introdução − 3). Analisa-se em que medida o professor intervém nos vários níveis desta Instituição, que actividade exerce para além da função primeira e primordial, que é a actividade docente. Discorro sobre o «Currículo» (Introdução − 4), o seu significado e amplitude. O Desenvolvimento do Processo Curricular constitui a parte central do presente estudo, faz a abordagem, passo-a-passo, da «Planificação do Processo de Ensino/Aprendizagem» (I). A partir do desenvolvimento destas tarefas, trata-se da «Implementação do Pro­ces­so Curricular» (II), que tarefas desenvolver para que a prática lectiva não se torne um pesadelo, como por vezes acontece? Por isso, reflecte-se também sobre as características dos alunos, que é preciso conhecer, e como recolher essa informação; sobre o modo de adaptar o currículo à realidade concreta, as turmas que são distribuídas aos docentes; a organização e condução da lição também fazem parte destas preocupações, etc.

Não deixei de introduzir o tema «Visita de Estudo» (II-5), actividade nem sempre muito considerada nas planificações.

A «Avaliação da Aprendizagem» (III) é talvez a tarefa mais difícil que o docente tem de realizar. Quando e para quê avaliar, qual a função da avaliação, que tipos de avaliação efectuar, como construir os instrumentos de avaliação, com que objectividade e justiça avaliamos os nossos alunos, que rigor imprimimos à classificação final dos alunos? Procura-se dar resposta a estas e a outras questões que por certo o ajudarão.

A Inovação Pedagógica é uma exigência que não pode ser ignorada. O professor do nosso tempo não pode ficar “agarrado” a preconceitos, tem de olhar para a novidade e integrá-la no seu quotidiano profissional. Dar atenção às novas exigências da denominada «Sociedade de Informação» e integrá-las na educação é já inovar a prática lectiva. O docente tem de estar atento à novidade, se não quer ser ultrapassado pelos seus próprios alunos.

Glossário – A terminologia em Ciências da Educação não está rigorosamente fixada, e creio que é difícil fixá-la. Mas isso não é um obstáculo para o nosso trabalho. Com efeito, tomamos como emprestados muitos dos vocábulos empregues por outras ciências. Na escola ensinamos várias ciências, e isso influencia-nos beneficamente, porque o saber é um todo e não um conjunto feito de fragmentos desligados. Contudo, procurei introduzir, neste texto, um glossário, mais ou menos abrangente, que numa primeira abordagem possa elucidar o leitor.

A terminologia incluída foi objecto de pesquisa na bibliografia indicada e na abundante legislação publicada sobre a Reforma do Sistema Educativo.

Bibliografia – A ideia de uma bibliografia um tanto extensa prende-se com a intenção de proporcionar ao leitor interessado o aprofundamento, mais específico, de qualquer um dos temas da Organização e Desenvolvimento Curricular. Basta uma leitura interessada para se dar conta da inclusão de um variadíssimo leque de opções, que permitirão ulteriores aprofundamentos.

 
 

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Organização e Desenvolvimento Curricular

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EuroSofia é um espaço de reflexão e de edição de textos Última actualização: 01/01/16

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