A Filosofia é uma concepção do mundo e da vida, é amor pela sabedoria, é reflexão crítica e investigativa do conhecimento e do ser. António A. B. Pinela

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Para que serve a Filosofia

 

© António A. B. Pinela

Formato: eBook

Revisão: Madalena Pinela

Capa: Rei Naldo

Edição: 2017

Editor: O autor

ISBN: 978-989-97030-0-1

Páginas: 224

Publicação online: www.eurosophia.com

PVP: 7,99 €

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Saber Filosofia e filosofar não é adoptar umas tantas ideias de autores consagrados e debitá-las como se fossem nossas; saber Filosofia e filosofar não é aprender a História da Filosofia e descrever, a vida inteira, as ideias dos filósofos estudados; construir filosofia e filosofar não é apropriar-se das ideias dos outros, sem sair delas, mas é construir, pelo saber adquirido, as nossas próprias ideias e concepções sobre a vida e as realidades envolventes. Por conseguinte, começar a penetrar no espírito filosófico significa apreender profundamente os problemas do Homem concreto, e as dificuldades efectivas que nas coisas se afiguram fáceis, superarando a superficialidade do que vulgarmente denominamos por senso comum.

Nesta perspectiva, a Filosofia deverá ser vivida, e não memorizada ou "cabulada". A vivência da Filosofia faz-se, primordialmente, em contacto com o professor da disciplina ou com as obras dos filósofos. Pouco vale memorizar meia dúzia de conceitos para impressionar o nosso interlocutor – amigo, colega ou familiar – para mostrar saber. O saber constrói-se passo-a-passo, ouvindo, lendo, reflectindo, experimentando, debatendo, explicando, pondo à prova.

Sem a menor dúvida que o estudo da Filosofia, seguindo regras, capacita o estudioso a ser capaz de se distanciar da realidade imediata e empírica que até então contactou; de proceder a novas descobertas e a identificar novas perspectivas no seu conhecimento, a saber: na história, na arte, nas ciências, na literatura ou, simplesmente, nos saberes do quotidiano; de descobrir que, afinal, as questões filosóficas não são algo que transcende o comum dos mortais, mas que emergem da interioridade humana e da exterioridade da sua vivência; dos desejos e vontades e das frustrações; dos interesses e da incerteza; da capacidade de agir e das situações-limite; das provações e da esperança. 

 

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